Especializações e Pós Graduação


Psicopedagogia

Psicopedagogia é o campo do saber que se constrói a partir de dois saberes e práticas: a pedagogia e a psicologia. O campo dessa mediação recebe também influências da psicanálise, da lingüística, da semiótica, da neuropsicologia, da psicofisiologia, da filosofia humanista-existencial e da medicina.
A psicopedagogia está intimamente ligada à psicologia educacional, da qual uma parte aplicada à prática. Ela diferencia-se da psicologia escolar, também esta uma subdisciplina da psicologia educacional, sob três aspectos:
  • Quanto à origem - a psicologia escolar surgiu para compreender as causas do fracasso de certas crianças no sistema escolar enquanto a psicopedagogia surgiu para o tratamento de determinadas dificuldades de aprendizagem específicas;
  • quanto à formação - a psicologia escolar é uma especialização na área de psicologia, enquanto a psicopedagogia é aberta a profissionais de diferentes áreas e
  • quanto à atuação - a psicologia escolar é uma área propriamente psicológica enquanto a psicopedagogia é uma área plenamente interdisciplinar, tanto psicológica como pedagógica.

Podendo haver alterações basicamente trabalhamos as seguintes disciplinas:   Didática do Ensino Superior / Fundamentos Teóricos do Pensamento;    Intervenção Psicopedagógica na Escola / Psicogênese da Linguagem Escrita;  Fundamentos Biológicos do Desenvolvimento Infantil / Teoria e Prática Psicopedagógicas Institucionais; Metodologia da Pesquisa / Introdução a Psicopedagogia; Teorias da Aprendizagem / Psicologia do Desenvolvimento e Psicomotricidade / Técnicas de Aprendizagem.

Total de:  12 Matérias   / 465 h. A. 


Anglicanismo

Anglicanismo é a designação de uma tradição dentro do Cristianismo que inclui a Igreja da Inglaterra e outras igrejas historicamente ligadas àquela ou que têm crenças, práticas e estruturas semelhantes. O termo Anglicano tem origem em ecclesia anglicana, uma expressão medieval latina datada de, pelo menos, 1246, e que significa Igreja Inglesa. Os adeptos do Anglicanismo são designados por Anglicanos. A grande maioria dos Anglicanos é membro de igrejas que fazem parte da Comunhão Anglicana internacional. Contudo, existem algumas igrejas fora da Comunhão Anglicana, que se consideram também Anglicanos, em particular aqueles que se designam por igrejas do Movimento Anglicano Contínuo.
A fé dos Anglicanos tem por base as escrituras, as tradições da Igreja Apostólica, e da sucessão apostólica ("episcopado histórico") e dos Pais da Igreja iniciais. O Anglicanismo é um dos ramos do Cristianismo ocidental; declarou a sua independência do pontificado romano no período da Regulamentação religioso de Isabel I, o qual é designado por monasticismo britânico. Muitos dos formulários anglicanos de meados do século XVI são semelhantes àqueles do Protestantismo reformado contemporâneo. Estas reformas na Igreja de Inglaterra foram vistas pelo Arcebispo da Cantuária, Thomas Cranmer, como um meio termo entre duas das tradições Protestantes emergentes, nomeadamente o Luteranismo e Calvinismo. No final do século, a manutenção no Anglicanismo de muitas formas litúrgicas tradicionais, e o episcopado, eram vistas como inaceitáveis por aqueles que divulgavam os princípios do Protestantismo.
Na primeira metade do século XVII, a Igreja de Inglaterra e outras igrejas episcopais associadas na Irlanda e nas colónias inglesas na América, foram apresentadas por teólogos Anglicanos como tendo uma tradição cristã diferente, com teologias, estruturas e formas de oração que representavam um meio termo diferente, ou via media, entre a Reforma Protestante e o Catolicismo Romano — uma perspectiva que se tornaria muito influente nas teorias da identidade Anglicana, e foi expressa na descrição "Catholic and Reformed". No seguimento da Revolução Americana, as congregações Anglicanas nos Estados Unidos e no Canadá foram ambas reorganizadas em igrejas autónomas com os seus próprios bispos e estruturas autónomas; estas, com a expansão do Império Britânico e a atividade das Missões Cristãs, foram adaptadas como modelo a muitas recém-criadas igrejas, em particular em África, Australásia e nas regiões do Pacífico. No século XIX, o termo Anglicanismo era utilizado para descrever a tradição religiosa comum destas igrejas; a Igreja Episcopal Escocesa, embora com origem na Igreja da Escócia, acabou por ser reconhecida como também partilhando da mesma identidade comum.
O grau de distinção entre as tendências Reformistas e o Catolicismo ocidental dentro da tradição Anglicana é, habitualmente, uma matéria de debate tanto no seio das igrejas Anglicanas, como na Comunhão Anglicana. Único no Anglicanismo é o Book of Common Prayer, um livro de preces utilizado na maioria das igrejas anglicanas, há séculos. Embora tenha passado por várias revisões e as igrejas anglicanas, em diversos países, tenham elaborado outros livros de preces, o Prayer Book continua a ser reconhecido como um elo na Comunhão Anglicana. Não existe uma única Igreja Anglicana com autoridade jurídica universal, pois cada igreja nacional, ou regional, tem autonomia total. Como o nome sugere, as Igrejas da Comunhão Anglicana estão ligadas por laços afectivos e por lealdade. Estão em comunhão total com a Sé de Cantuária e, deste modo, com o Arcebispo da Cantuária, pessoalmente, é um ponto de convergência da unidade anglicana. Com um total estimado 90 milhões de membros, a Comunhão Anglicana é a terceira maior comunhão Cristã no mundo, atrás da Igreja Católica Apostolica Romana e da Igreja Ortodoxa.

O anglicanismo apresenta uma fusão de elementos católicos com elementos calvinista (Calvinismo).

Matérias Abordadas:
Anglicanismo
AS ORIGENS DO EPISCOPADO E MINISTÉRIO EPISCOPAL
CANTO LITÚRGICO NA PÓS- MODERNIDADE
CINCO MARCAS DA MISSÃO
A 1ª Conferência de Lambeth
ESCRITURA NA VISÃO ANGLICANA
ESTRUTURA DA COMUNHÃO ANGLICANA
Reflexões da Missão Anglicana
SALVAÇÃO

VISÃO ANGLICANA

Total de:  10 Matérias   / 360 h. A. 

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